A Comissão Assessora Regional de Saúde Pública tem por objetivo acompanhar e debater a política nacional de saúde e as políticas de saúde do estado e dos municípios, as políticas de medicamentos nos âmbitos nacional, estadual e municipal, a política de recursos humanos relacionada à área de saúde e, em especial, a farmacêutica; elaborar documentos sobre as atribuições e as diretrizes para atuação do farmacêutico no sistema público; propor discussão sobre o papel do farmacêutico integrado ao sus, e criar fórum de discussão sobre o servidor público e auxiliar a Comissão Assessora de Saúde Pública da Sede do CRF-SP.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Projeto que prevê presença obrigatória do farmacêutico no SUS é aprovado pela Comissão de Finanças e Tributação



O Projeto de Lei 3752/08, de autoria da deputada federal e farmacêutica dra. Vanessa Grazziotin, que prevê a presença obrigatória de farmacêutico em tempo integral em unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS), recebeu na última semana a aprovação da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados.

O relator da proposta, deputado João Dado, recomendou a aprovação na forma do substitutivo adotado anteriormente pela Comissão de Seguridade Social e Família. O substitutivo altera a Lei 5.991/73, que trata do controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos. Essa lei já obriga as farmácias e drogarias particulares a contar com esses profissionais em suas dependências.

Farmácias públicas e privadas

O deputado Maurício Trindade (PR-BA), que foi relator da proposta na comissão anterior, argumentou que a legislação existente não distingue as farmácias públicas das privadas, e, portanto, não deixa claro se a presença de farmacêutico também vale para o setor público.

A Lei 8.080/90, que regulamentou o SUS, também inclui a farmácia como uma das áreas de atuação no SUS, mas a maioria das unidades do sistema não tem farmacêutico.

A Comissão de Finanças analisou o projeto apenas quanto aos seus aspectos financeiros e orçamentários. Segundo João Dado, a medida é compatível com o Plano Plurianual aprovado para o período de 2008 a 2011, com a Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2010 e ainda com o Orçamento deste ano.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo, o que significa que não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); ou se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário. O PL 3752/08 deverá agora ser encaminhado para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Assessoria de Comunicação CRF-SP

Com informações da Câmara dos Deputados

quarta-feira, 14 de abril de 2010

A SAÚDE VENCE MAIS UMA VEZ


Superior Tribunal de Justiça suspende as liminares da Abrafarma e Febrafar. Farmácias e drogarias associadas terão que cumprir na íntegra a RDC 44/09 e suas instruções normativas

Após uma série de investidas de entidades que se diziam prejudicadas pela publicação da RDC 44/09, a Anvisa obteve vitória na justiça, favorável à população e à saúde pública. Na segunda-feira, 12 de abril, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que os estabelecimentos associados à Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e à Federação Brasileira das Redes Associativas de Farmácias (Febrafar) estão obrigados a cumprir na íntegra a RDC 44/09 e as instruções normativas n. 9 e 10, ou seja, não poderão mais se amparar nas liminares que permitiam o comércio de qualquer tipo de produtos nas farmácias e drogarias e também mantinham os medicamentos isentos de prescrição nas gôndolas e com livre acesso aos usuários.

A decisão do ministro do STJ Ari Pargendler destaca que “A RDC 44/09 e as instruções normativas 9 e 10 visam combater a automedicação. Que não há remédio sem efeitos colaterais, alguns graves, é sabido de todos. A automedicação, por isso é perigosa, sendo condenada pelos organismos internacionais de saúde. Não há controvérsia a esse respeito”. Em outro trecho, o Ministro destaca: “a saúde pública estará comprometida se o consumidor for estimulado, mediante a exposição de remédios, à automedicação”.

A todo o momento, o Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP) ressaltou a importância do cumprimento da RDC não apenas pelo aspecto de fiscalização, mas por ser um instrumento fundamental para caracterizar definitivamente a farmácia como um estabelecimento de saúde e também contribuir para que a população seja cada vez mais orientada e consequentemente diminuir os índices de intoxicação por uso inadequado de medicamentos. “A sentença marca uma etapa vencida a favor da saúde. A população é a principal vitoriosa. A orientação do farmacêutico é indispensável, não há como pressupor que a população saiba todos os efeitos dos medicamentos, seus riscos e interações”, afirma a presidente do CRF-SP, dra. Raquel Rizzi.

O CRF-SP está trabalhando arduamente para a capacitação do farmacêutico no cumprimento da RDC 44/09. Por conta disso, oferece cursos gratuitos, palestras, um departamento de orientação (11 – 3067-1470), uma área de perguntas e respostas neste portal, publicações voltadas para a área, além de notícias sempre atualizadas para que o farmacêutico tenha nas mãos todas as ferramentas para oferecer à população um serviço qualificado.

Thais Noronha

Assessoria de Comunicação CRF-SP


Fonte

CRF-SP


sábado, 27 de março de 2010

Portaria 2981 e 2982 Componente Básico e Especializado da Assistência Farmacêutica

                  Entraram em vigor desde o início deste mês as portarias que aprovam o componente especializado da assistência farmacêutica (portaria 2981/09) e o componente básico da assistência farmacêutica (portaria 2982/09).
                  Uma das principais novidades foi a retirada de alguns medicamentos que faziam parte da antiga portaria 3237, atual 2981, conhecida como "medicamentos de alto-custo" e que agora estão contemplados no componente básico da assistência farmacêutica, pela portaria 2982. Além dessas mudanças esta última abre possibilidade para os municípios utilizarem 15% da verba fornecida para estruturação da assistência farmacêutica.
                  Para que os municípios possam se adequar e realizar a compra dos medicamentos que saíram da lista do componente especializado, a CIB (Comissão Intergestora Bipartite) estendeu o prazo de entrega de tais medicamentos, ainda pelo governo do estado, até o final de abril de 2010.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Projetos farmacêuticos ganham prioridade na Câmara dos Deputados


O presidente da Câmara, Michel Temer, durante reunião com a diretoria e os assessores jurídico e parlamentar do CRF-SPNa última semana, a diretoria do CRF-SP, representada pelo diretor-tesoureiro, dr. Pedro E. Menegasso, pela secretária-geral, dra. Margarete A. Kishi, e pela conselheira dra. Priscila Dejuste, reuniu-se com o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PSDB-SP), para solicitar o encaminhamento de projetos de lei, já em tramitação, e que dizem respeito ao setor farmacêutico.

Durante a reunião, que também contou com o assessor parlamentar, dr. Paulo Silas, e o assessor jurídico do CRF-SP, dr. Marcus Elídius M. de Almeida, os participantes ressaltaram ao presidente da Câmara que os projetos estão diretamente relacionados ao bem-estar, à segurança da saúde da população e principalmente à democratização do sistema de saúde ao cidadão.

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domingo, 14 de fevereiro de 2010

Comissões Assessoras do CRF-SP


As Comissões Assessoras do CRF-SP fazem parte de uma instância regulamentada pela Deliberação 04/2007 do CRF-SP. Elas são abertas e constituídas por farmacêuticos que voluntariamente participam de suas reuniões e discutem temas relativos à sua área de atuação.
 Estas Comissões assessoram o Plenário e a Diretoria do CRF-SP em assuntos que exijam conhecimentos específicos da respectiva área de atuação e também funcionam como fóruns de debates para troca de informações.
 Os temas discutidos nas Comissões são de vital importância para apontar caminhos ao Plenário e à Diretoria do CRF-SP já que os profissionais participantes apresentam uma multiplicidade de vivências e experiências profissionais, bem como as dificuldades cotidianas deste exercício.
 As Comissões Assessoras têm a importante função de defender, manter e ampliar o âmbito profissional; encaminhar se necessário aos órgãos competentes às propostas de normas que visam melhorar e adequar o exercício profissional nas mais variadas áreas de atuação.
 Além disso, sugerem matérias na Revista do Farmacêutico e cursos, palestras e demais eventos organizados pelo CRF-SP relativos à sua área de atuação.
 Atualmente o CRF-SP conta com treze Comissões Assessoras:












                         

  • Regulação e Mercado










Acesse aqui a cartilha da Comissão de Saúde Pública: Cartilha de Saúde Pública